segunda-feira, 12 de março de 2007
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
The return of someone
Pois é...bem sei que já há bastante tempo não coloco aqui nenhum tipo de post, quem cria um blog deve "alimentá-lo" e nesse aspecto confesso que o tenho deixado "à fome", a sorte é este blog ser partilhado com a Catarina que felizmente vai sempre colocando os seus pensamentos, sendo a responsável por o mesmo ainda sobreviver...
Enfim só queria dizer que a falta de assunto que tem assolado a minha vida é mais que muita, logo não encontro motivos para escrever no meio de toda este marasmo... bem, a verdade é que continuo sem motivo para escrever, no entanto decidi fazê-lo na mesma...
O que vinha falar neste caso é sobre paixão... assunto muito original eu sei...
mas eu explico o motivo porque me lembrei de algo tão inédito. O que acontece é que há muito tempo que não me lembrava mas nos últimos dias tenho-me recordado de como nos sentimos quando estamos apaixonados, sobretudo na altura de conquista, em que ainda não temos coragem de dizer muita coisa à pessoa por quem nos estamos a apaixonar, em que cada vez que o/a vemos sentimos um nervosinho na barriga e o bater do coração mais depressa, sentimo-nos um pouco ridiculamente envergonhados até, mas apesar deste efeito estupido que tem em nós temos sempre uma secreta esperança de que essa pessoa surja onde quer que estejamos e nos faça sorrir sem termos sequer um motivo, tornando aquele um dia super feliz...
Enfim penso que no geral é desta forma que os sentimentos se espalham entre pessoas apaixonadas, no entanto não digo que me tenho recordado destas sensações por me estar neste momento novamente a apaixonar, nada disso!
Apaixonei-me no passado e permanece até hoje, é pena que o quotidiano torne as relações tão sensaboronas.
Bem sei que são os próprios apaixonados que devem esforçar-se por manter acesa, como alguém terá dito, a chama da paixão, mas é quase inevitável no mundo em que vivemos hoje não nos deixarmos levar pelas coisas mundanas que roubam o tempo para investir nestas paixões.
Bem, estou praticamente a terminar este post de regresso. Reforço que apenas me lembrei de falar sobre isto devido a nos últimos dias me terem voltado memórias desses tempos, tão engraçados...
Enfim só queria dizer que a falta de assunto que tem assolado a minha vida é mais que muita, logo não encontro motivos para escrever no meio de toda este marasmo... bem, a verdade é que continuo sem motivo para escrever, no entanto decidi fazê-lo na mesma...
O que vinha falar neste caso é sobre paixão... assunto muito original eu sei...
mas eu explico o motivo porque me lembrei de algo tão inédito. O que acontece é que há muito tempo que não me lembrava mas nos últimos dias tenho-me recordado de como nos sentimos quando estamos apaixonados, sobretudo na altura de conquista, em que ainda não temos coragem de dizer muita coisa à pessoa por quem nos estamos a apaixonar, em que cada vez que o/a vemos sentimos um nervosinho na barriga e o bater do coração mais depressa, sentimo-nos um pouco ridiculamente envergonhados até, mas apesar deste efeito estupido que tem em nós temos sempre uma secreta esperança de que essa pessoa surja onde quer que estejamos e nos faça sorrir sem termos sequer um motivo, tornando aquele um dia super feliz...
Enfim penso que no geral é desta forma que os sentimentos se espalham entre pessoas apaixonadas, no entanto não digo que me tenho recordado destas sensações por me estar neste momento novamente a apaixonar, nada disso!
Apaixonei-me no passado e permanece até hoje, é pena que o quotidiano torne as relações tão sensaboronas.
Bem sei que são os próprios apaixonados que devem esforçar-se por manter acesa, como alguém terá dito, a chama da paixão, mas é quase inevitável no mundo em que vivemos hoje não nos deixarmos levar pelas coisas mundanas que roubam o tempo para investir nestas paixões.
Bem, estou praticamente a terminar este post de regresso. Reforço que apenas me lembrei de falar sobre isto devido a nos últimos dias me terem voltado memórias desses tempos, tão engraçados...
segunda-feira, 17 de julho de 2006
Sunshine
Quem diria que o sol viria beijar-me
E que as estrelas do céu
Brilhariam no meu olhar
E não quero acordar
Tenho medo de deixar de sonhar
Perder este sorriso no coração
E uma certa paz
Que me satisfaz
Ganhei memórias de momentos
Que ficaram lá atrás
E não quero acordar
Tenho medo de deixar de sonhar
E que as estrelas do céu
Brilhariam no meu olhar
E não quero acordar
Tenho medo de deixar de sonhar
Perder este sorriso no coração
E uma certa paz
Que me satisfaz
Ganhei memórias de momentos
Que ficaram lá atrás
E não quero acordar
Tenho medo de deixar de sonhar
Traçados e indefinidos
Passamos metade da vida a planear a outra metade! E de que nos vale isso? Se a grande maioria das vezes o que projectamos ou delineamos não chega sequer a ser tagente do nosso circulo de vida.
Viver sem planos, viver o momento, sei que parece uma utopia mas acredito que nos pouparia muitas maçadas (digo eu).
Viver sem planos, viver o momento, sei que parece uma utopia mas acredito que nos pouparia muitas maçadas (digo eu).
domingo, 9 de julho de 2006
Knowing...
Knowing that wasn't right could became the best we have. I realize that if sometimes I do not feel very happy with all I've conquer for twenty years until now I also feel that there's so much to come if I last for eternity.
Emoções que despertam. Sem motivo. O que prevejo para hoje não terá maior incentivo do que vivi ontem ou do que me espera no futuro. Simplesmente despertam.
Enquanto a terra continua a girar sobre o sol. O sol que anuncia todos os dias um novo começo. Enquanto tudo o resto mantém rigorosamente os seus desígnios. O mundo gira a uma velocidade alucinante. O dia não preenche as vinte e quatro horas. Contudo, sucede-se, claro sem uma ténue razão.
Emoções que despertam. Sem motivo. O que prevejo para hoje não terá maior incentivo do que vivi ontem ou do que me espera no futuro. Simplesmente despertam.
Enquanto a terra continua a girar sobre o sol. O sol que anuncia todos os dias um novo começo. Enquanto tudo o resto mantém rigorosamente os seus desígnios. O mundo gira a uma velocidade alucinante. O dia não preenche as vinte e quatro horas. Contudo, sucede-se, claro sem uma ténue razão.
quinta-feira, 6 de julho de 2006
Reminiscências de um passado prostrado
Fartei-me! Fartei-me de ter que aceitar tudo, sabes? De ver o mundo a desabar mesmo à minha frente e eu? Eu simplesmente resignada tentado lidar o melhor que posso com isso... Fartei-me de ser obrigada a pensar que daí p'ra frente as coisas iriam de certeza melhorar.
E fartei-me porque na realidade nunca melhoram. O «mal» espalha-se e persegue todas as fases que se seguem. É como um cancro que começa num determinado ponto do corpo mas depois estende-se gerando as metástases. São essas metástases que me perseguem agora.
Pensar que eventualmente essa fase, com a evolução natural que tomaria a vida, reduzir-se-ia a um período menos positivo mas completamente superável foi a única forma que aperfeiçoei de modo a poder lidar com isso. Apesar de se resumir a um modo impotente de encarar a realidade.
Mas não. Não vale a pena aceitar e deixar passar. Fartei-me disso. Porque não é por isso que hoje estou bem. Não foi isso que me trouxe felicidade.
Tudo bem, é certo que ainda não tenho outra forma de enfrentar a imperfeição da minha vida senão aceitá-la com os incovenientes inerentes.
De qualquer modo pretendo evitar que se repita. Só depois saberei se fui bem sucedida...
E fartei-me porque na realidade nunca melhoram. O «mal» espalha-se e persegue todas as fases que se seguem. É como um cancro que começa num determinado ponto do corpo mas depois estende-se gerando as metástases. São essas metástases que me perseguem agora.
Pensar que eventualmente essa fase, com a evolução natural que tomaria a vida, reduzir-se-ia a um período menos positivo mas completamente superável foi a única forma que aperfeiçoei de modo a poder lidar com isso. Apesar de se resumir a um modo impotente de encarar a realidade.
Mas não. Não vale a pena aceitar e deixar passar. Fartei-me disso. Porque não é por isso que hoje estou bem. Não foi isso que me trouxe felicidade.
Tudo bem, é certo que ainda não tenho outra forma de enfrentar a imperfeição da minha vida senão aceitá-la com os incovenientes inerentes.
De qualquer modo pretendo evitar que se repita. Só depois saberei se fui bem sucedida...
quarta-feira, 7 de junho de 2006
Heavy on my heart!
Vou também deixar aqui uma música (numa língua familiar desta vez)...
Esta é da Anastacia porque quero dizer que a vi no Rock in Rio e a senhora é realmente fantástica!!!Merece tudo.
Try to fly away but it's impossible
And every breath I take gives birth to deeper sights
And for a moment I'm weak so it's hard for me to speak
Even though we're underneath the same blue sky
If I could paint a picture of this melody
It would be a violin without it's strings
And the canvas in my mind sings the songs I left behind
Like pretty flowers and a sunset
It's heavy on my heart
I can't make it alone
Heavy on my heart
I can't find my way home
Heavy on my heart
So come and free me
It's heavy on my heart
I've had my share of pleasure and I've tasted pain
I never thought that I would touch an angel's wings
There's a journey in my eyes
It's getting hard for me to hide
Like the ocean at the sunrise
Love
Can you find me in the darkness?
And love
Don't let me down
There's a journey in my eyes
And I never thought that I would touch an angel's wings
Esta é da Anastacia porque quero dizer que a vi no Rock in Rio e a senhora é realmente fantástica!!!Merece tudo.
Try to fly away but it's impossible
And every breath I take gives birth to deeper sights
And for a moment I'm weak so it's hard for me to speak
Even though we're underneath the same blue sky
If I could paint a picture of this melody
It would be a violin without it's strings
And the canvas in my mind sings the songs I left behind
Like pretty flowers and a sunset
It's heavy on my heart
I can't make it alone
Heavy on my heart
I can't find my way home
Heavy on my heart
So come and free me
It's heavy on my heart
I've had my share of pleasure and I've tasted pain
I never thought that I would touch an angel's wings
There's a journey in my eyes
It's getting hard for me to hide
Like the ocean at the sunrise
Love
Can you find me in the darkness?
And love
Don't let me down
There's a journey in my eyes
And I never thought that I would touch an angel's wings
quinta-feira, 1 de junho de 2006
one more time...
idhawooyto
maanswnbhw
sytywtauaa
owsoehcttl
shonletitl
aydelruhox
diokieaoml
tsenkalpol
otsonslerf
maanswnbhw
sytywtauaa
owsoehcttl
shonletitl
aydelruhox
diokieaoml
tsenkalpol
otsonslerf
quinta-feira, 18 de maio de 2006
What is behind?
bauuurlleiom
eipiépdessde
msôamoeqcten
aerfvssuoovt
grxaastebéia
obmlioenrear
roeaefoienma
anprnaunages
éiaetldgirxé
qtrneaaucapr
uoainrqéoçei
evandmummaro
voqgeaedodim
eipiépdessde
msôamoeqcten
aerfvssuoovt
grxaastebéia
obmlioenrear
roeaefoienma
anprnaunages
éiaetldgirxé
qtrneaaucapr
uoainrqéoçei
evandmummaro
voqgeaedodim
quinta-feira, 20 de abril de 2006
Anyway...
Um olhar sentido, alegria contagiante
Livre de perturbação, felicidade que persegue
foge p'ra outro lado, esquece o relevante
Caminhas sozinho, saberás onde vais?
Por cá te aguardam se chegares a regressar...
Livre de perturbação, felicidade que persegue
foge p'ra outro lado, esquece o relevante
Caminhas sozinho, saberás onde vais?
Por cá te aguardam se chegares a regressar...
segunda-feira, 3 de abril de 2006
Outbursts
Incompreensível aos meus olhos. Por mais que me custe, por maior que seja o esforço recuso-me a aceitar sem chegar a uma conclusão que sirva de explicação. Plausível. Aceitável. Impossível de ser questionada.
É neste estado de espírito que me encontro. Sem dele poder ou mesmo conseguir afastar-me. A única coisa que sinto necessária é uma simples justificação que acalme esta inquietação. Que me deixa à espera e teima em não surgir. Temo que persista para sempre. Enquanto espero que o meu receio não se concretize ganho também o infímo alento de que ainda está muito por viver e que nada se encontra definitivamente fechado.
É neste estado de espírito que me encontro. Sem dele poder ou mesmo conseguir afastar-me. A única coisa que sinto necessária é uma simples justificação que acalme esta inquietação. Que me deixa à espera e teima em não surgir. Temo que persista para sempre. Enquanto espero que o meu receio não se concretize ganho também o infímo alento de que ainda está muito por viver e que nada se encontra definitivamente fechado.
segunda-feira, 27 de março de 2006
What makes U move
Às vezes pergunto seremos nós a dar vida ao que perseguimos ou pelo contrário o que perseguimos é que nos faz sentir vivos?
Se por um lado todos os objectivos que vamos estipulando ao longo da nossa vida, apenas têm razão de ser a partir do momento em que os criamos, também não deixa de ser verdade que são esses mesmos objectivos ou goals, como dizem os ingleses, que trazem algum sentido à nossa existência e simultaneamente nos proporcionam o prazer de viver e lutar por algum propósito.
Hoje posso dizer que vontades, expectativas, interesses ainda me restam alguns. Vão-se modificando ao longo do tempo, como manda a ordem natural das coisas (embora ainda me sinta uma adolescente irremediável) e ficando mais ambiciosos.
Faço-me crer num devaneio
Piso o trilho que mo deixará alcançar
Longe, Remoto, inantígivel
Fica difícil persegui-lo
Mas será pouco o que me impede
Talvez perdure a caminhada
Faz-me conquistar sem medos
Quando ninguém assim o entender
Se por um lado todos os objectivos que vamos estipulando ao longo da nossa vida, apenas têm razão de ser a partir do momento em que os criamos, também não deixa de ser verdade que são esses mesmos objectivos ou goals, como dizem os ingleses, que trazem algum sentido à nossa existência e simultaneamente nos proporcionam o prazer de viver e lutar por algum propósito.
Hoje posso dizer que vontades, expectativas, interesses ainda me restam alguns. Vão-se modificando ao longo do tempo, como manda a ordem natural das coisas (embora ainda me sinta uma adolescente irremediável) e ficando mais ambiciosos.
Faço-me crer num devaneio
Piso o trilho que mo deixará alcançar
Longe, Remoto, inantígivel
Fica difícil persegui-lo
Mas será pouco o que me impede
Talvez perdure a caminhada
Faz-me conquistar sem medos
Quando ninguém assim o entender
quinta-feira, 16 de março de 2006
Kind of answer
Como sequência do último post deixado pela minha estimada parceira de blog, optei por criar um novo post ainda que relativo ao assunto, em vez de simplesmente o comentar.
Assim como evidenciei venho falar sobre a minha relação ao chamado Outro...ou seja sobre as minhas interacções constantes e sucessivas com as várias pessoas que encontram diariamente o meu caminho.
Confesso que é um processo que considero fascinante. É graças a ele, que num dia, aparentemente em tudo igual a qualquer outro, por mero acaso, uma simples coincidência (ou assim pensamos nós) podemos conhecer a pessoa que trará um sentido completamente novo à nossa existência.
NOTA: Escrevendo a pessoa não me refiro só a aspectos amorosos mas também a amizades tão fortes que possamos encontrar que nos mudam completamente a vida...alteram-nos pontos de vista, incitam-nos a arriscar no que temos receio que falhe...
Claro que nem sempre nos concedem uma melhoria, como nem sempre se podem considerar uma presença negativa. Encontram-se os dois pólos. E hoje cheguei a uma conclusão quanto às vidas com que me cruzo...
A opinião que formo em relação a essas pessoas baseia-se em quase 100% no que penso que seja a opinião que a dita cria de mim. Seguramente que nem sempre é tão linear. Surgem algumas discrepâncias uma vez que nem sempre fico com a ideia mais acertada da impressão que deixei.
O que pretendo então é agradecer às pessoas com quem realmente posso contar, embora me tenha apercebido que não se estendem por aí além fico contente por existirem. E uma vez que são escassas necessito de todas presentes :)
Thanks*
Assim como evidenciei venho falar sobre a minha relação ao chamado Outro...ou seja sobre as minhas interacções constantes e sucessivas com as várias pessoas que encontram diariamente o meu caminho.
Confesso que é um processo que considero fascinante. É graças a ele, que num dia, aparentemente em tudo igual a qualquer outro, por mero acaso, uma simples coincidência (ou assim pensamos nós) podemos conhecer a pessoa que trará um sentido completamente novo à nossa existência.
NOTA: Escrevendo a pessoa não me refiro só a aspectos amorosos mas também a amizades tão fortes que possamos encontrar que nos mudam completamente a vida...alteram-nos pontos de vista, incitam-nos a arriscar no que temos receio que falhe...
Claro que nem sempre nos concedem uma melhoria, como nem sempre se podem considerar uma presença negativa. Encontram-se os dois pólos. E hoje cheguei a uma conclusão quanto às vidas com que me cruzo...
A opinião que formo em relação a essas pessoas baseia-se em quase 100% no que penso que seja a opinião que a dita cria de mim. Seguramente que nem sempre é tão linear. Surgem algumas discrepâncias uma vez que nem sempre fico com a ideia mais acertada da impressão que deixei.
O que pretendo então é agradecer às pessoas com quem realmente posso contar, embora me tenha apercebido que não se estendem por aí além fico contente por existirem. E uma vez que são escassas necessito de todas presentes :)
Thanks*
domingo, 19 de fevereiro de 2006
Great friends...
sábado, 11 de fevereiro de 2006
Runaway
Desde há uns tempos para cá cresce em mim uma vontade. Uma vontade que dificilmente consigo reprimir. De sair daqui. Viver o mundo. Sonho em estar numa casa, com amigos, numa cidade nova, onde tenho tudo por descobrir. Gostava imenso de passar por esta experiência, ganhar a minha independência, saber viver.
E é sempre bom saber que posso voltar :)
E é sempre bom saber que posso voltar :)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006
Confissões
Porque hoje sei o que fez chegar onde estamos. A medo comecei pela primeira vez algo que não me incluía apenas a mim e os meus pontos de vista nem sempre teriam o direito de prevalecer.
O nosso amor ainda há pouco tempo aprendeu a andar, a dizer as primeiras palavras. Mas a cada passo que damos. A cada dia que estamos juntos ou não. É-me dada a certeza de que escolhemos o melhor caminho.
Talvez nem sempre o mais agradável. Mas de que outra forma poderíamos saber que adquirimos o direito de chegar aqui. De conquistar este espaço nosso?
O nosso amor ainda há pouco tempo aprendeu a andar, a dizer as primeiras palavras. Mas a cada passo que damos. A cada dia que estamos juntos ou não. É-me dada a certeza de que escolhemos o melhor caminho.
Talvez nem sempre o mais agradável. Mas de que outra forma poderíamos saber que adquirimos o direito de chegar aqui. De conquistar este espaço nosso?
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006
Something stupid
Feliz por nada lhe pertencer, já foi triste por tudo o que possuía. Nada lhe trazia alegria, apenas a ausência do todo se revelou de grande magia. Estranhos desígnios de alguém que tudo podia, mas apenas pedia que um dia seria em que tudo perdia e nada acharia.
domingo, 29 de janeiro de 2006
Do you want ice cream, ice cream it'll be

Hi, sei que sempre que me venho manifestar não será pelas razões mais positivas. Mas para hoje prevejo qualquer coisa diferente. Somehow I'm feeling happy. Pela primeira vez consigo aceitar as minhas recordações como algo que não passa disso mesmo. Finalmente consegui que as minhas memórias deixassem de ser algo que se perdeu irremediavelmente para senti-las como bons momentos que posso sempre ter em mente quando precisar de motivos para sorrir.
Está a nevarrr...Nunca antes presenciara tal fenómeno da natureza...já muitas vezes o imaginara mas claro, somos sempre surpreendidos pelas condições em que acontecem. Estou no trabalho, sem grande possibilidade de aproveitar ao máximo, mas não deixa de ser magnífico.
Que visão fantástica...invejo quem tem possibilidade de todos os anos passar por isto. Parece-me que o Natal mudou de data, sem sequer me avisar. Não me importo, foi sempre isto que sonhei. Uma época perfeita...
Um ano que teve o melhor inicio possivel continua a trazer-me surpresas bastante agradáveis =)
Espero que seja sempre assim...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2006
Nullity
I feel like my thoughts had left me...Why they make me think that I'm less than everyone else? Maybe that's truth and I simply can't face it...It's to much hard. I know who read this probably will think I'm overeacting, but HONESTLY I'm not...And I can't take it any longer.
It was always like this. I was blind when I thought it was just a phase. Later will pass...I know that the problem is me. If it wasn't it wouldn't last until now.
It was always like this. I was blind when I thought it was just a phase. Later will pass...I know that the problem is me. If it wasn't it wouldn't last until now.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2006
And so it goes

- Mãe, porque é que aquele menino tem as roupas estragadas? Não compra outras? Tem os pés descalços. Os sapatos não lhe servem? Podia emprestar-lhe um dos meus...Porque é que ele estende as mãos às pessoas que passam? E elas fingem que não o veêm? Está a pedir-lhes qualquer coisa. Posso falar com ele?
_ Filho, vamos embora...
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